Reencontro com o parir

PARTO E NASCIMENTO SÃO FENÔMENOS QUE SOFREM MODIFICAÇÕES DE ACORDO COM A SOCIEDADE EM QUE ESTÃO INSERIDOS, MAS INDEPENDENTE DA ESTRUTURA SOCIAL NA QUAL A PARTURIENTE ESTÁ, ELA DEVE TER direito DE SABER QUAIS SÃO AS POSSIBILIDADES EXISTENTES DE PARTO, PARA escolher O QUE QUER PARA SI E SEU BEBÊ.

PARTO E NASCIMENTO SÃO FENÔMENOS QUE SOFREM MODIFICAÇÕES DE ACORDO COM A SOCIEDADE EM QUE ESTÃO INSERIDOS, MAS INDEPENDENTE DA ESTRUTURA SOCIAL NA QUAL A PARTURIENTE ESTÁ, ELA DEVE TER direito DE SABER QUAIS SÃO AS POSSIBILIDADES EXISTENTES DE PARTO, PARA escolher O QUE QUER PARA SI E SEU BEBÊ.

SEGUNDO A FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ, 55% DOS PARTOS NA REDE PÚBLICA SÃO POR
MEIO DE CESARIANA E NA REDE PRIVADA O ÍNDICE PODE CHEGAR A 88%. O DADO CHAMA ATENÇÃO QUANDO COMPARADO À TAXA aceitável DE CESARIANAS APONTADA PELA
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE, DE APENAS 15%.

SEGUNDO A FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ, 55% DOS PARTOS NA REDE PÚBLICA SÃO POR MEIO DE CESARIANA E NA REDE PRIVADA O ÍNDICE PODE CHEGAR A 88%. O DADO CHAMA ATENÇÃO QUANDO COMPARADO À TAXA aceitável DE CESARIANAS APONTADA PELA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE, DE APENAS 15%.

CASCATA Intervenções¹ realizadas em um parto, acarretando em uma sequencias de outras intervenções, por exemplo: a parturiente é impossibilitada de se locomover durante o trabalho de parto, e a falta de liberdade de pode fazer com que o parto não progrida, então, ela passa pela aplicação venal de ocitocina para aumentar as contrações, consecutivamente a dor sentida pode se tornar mais intensa, então é aplicada a analgesia onde onde os batimentos do bebê são alterados em direção a redução e consecutivamente é realizada cesariana. Outras intervenções na parturiente: Aminiotomia, ruptura proposital e artificial da bolsa amniótica, quando o parto estiver progredindo bem; Episiotomia, incisão efetuada na região do períneo para ampliar o canal de parto; Manobra de Kristeller; Enema não deve ser realizado de forma rotineira durante o trabalho de parto; Tricotomia, retirada de pelos, pubiana e perineal de forma rotineira; Aplicação de spray de lidocaína para reduzir a dor perineal; Intervenções no bebê : Aplicação rotineira de nitrato de prata nos olhos quando não necessário; Aspiração rotineira do líquido estomacal com sonda quando não necessário; Aspiração rotineira das vias respiratórias com sonda quando não necessário; Clampeamento e secção precoce do cordão umbilical;

O CENÁRIO OBSTÉTRICO REFLETE A INSTITUCIONALIZAÇÃO DOS SABERES
ASSOCIADOS AO PARTO E A REALIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS INVASIVOS,
MUITAS VEZES DISPENSÁVEIS, ATRAVÉS DE PRÁTICAS COMO A CASCATA DE
INTERVENÇÕES
.

ESTE PROCESSO SE CHAMA MEDICALIZAÇÃO E RESULTA NA
PERDA DA AUTONOMIA FEMININA.

CASCATA Intervenções¹ realizadas em um parto, acarretando em uma sequencias de outras intervenções, por exemplo: a parturiente é impossibilitada de se locomover durante o trabalho de parto, e a falta de liberadade de pode fazer com que o parto não progrida, então, ela passa pela aplicação venal de ocitocina para aumentar as contrações, consecutivamente a dor sentida pode se tornar mais intensa, então é aplicada a analgesia onde onde os batimentos do bebê são alterados em direção a redução e consecutivamente é realizada cesariana. Outras intervenções na parturiente: Aminiotomia, ruptura proposital e artificial da bolsa amniótica, quando o parto estiver progredindo bem; Episiotomia, incisão efetuada na região do períneo para ampliar o canal de parto; Manobra de Kristeller; Enema não deve ser realizado de forma rotineira durante o trabalho de parto; Tricotomia, retirada de pelos, pubiana e perineal de forma rotineira; Aplicação de spray de lidocaína para reduzir a dor perineal; Intervenções no bebê : Aplicação rotineira de nitrato de prata nos olhos quando não necessário; Aspiração rotineira do líquido estomacal com sonda quando não necessário; Aspiração rotineira das vias respiratórias com sonda quando não necessário; Clampeamento e secção precoce do cordão umbilical;

O CENÁRIO OBSTÉTRICO REFLETE A INSTITUCIONALIZAÇÃO DOS SABERES ASSOCIADOS AO PARTO E A REALIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS INVASIVOS, MUITAS VEZES DISPENSÁVEIS, ATRAVÉS DE PRÁTICAS COMO A CASCATA DE INTERVENÇÕESESTE PROCESSO SE CHAMA MEDICALIZAÇÃO E RESULTA NA PERDA DA AUTONOMIA FEMININA.

Qualquer ato ou intervenção direcionado à mulher grávida, parturiente, puérpera ou ao seu bebê, praticado sem o consentimento da mulher em desrespeito à sua autonomia, integridade física e mental, aos seus sentimentos e escolhas. Caracterizam a violência obstétrica atos como: violência exercida com gritos; os procedimentos dolorosos sem consentimento ou informação, e a falta de analgesia e negligência; recusa à admissão ao hospital (Lei 11.634/2007); impedimento de entrada de acompanhante (Lei 11.108/2005); violência psicológica (tratamento agressivo, discriminatório, grosseiro, zombeteiro, inclusive em razão de sua cor, etnia, raça, religião, estado civil, orientação sexual e número de filhos); impedimento de contato com o bebê; o impedimento ao aleitamento materno; a cesariana desnecessária e sem consentimento; realização de episiotomia de modo indiscriminado; o uso de ocitocina sem consentimento da mulher; a manobra de Kristeller (pressão sobre a barriga da gestante para empurrar o bebê); a proibição de a mulher se alimentar ou de se hidratar e obrigar a mulher a permanecer deitada.

O ACESSO A MAIS INFORMAÇÃO E ASSISTÊNCIA QUALIFICADA PODE PROPORCIONAR ÀS MULHERES EXPERIÊNCIAS POTENTES E TRANSFORMADORAS DO PARTO E DO NASCIMENTO DE SEUS BEBÊS, BEM COMO A CONSCIÊNCIA DE NÃO ACEITAR E DENUNCIAR  CASOS DE VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA, SOFRIDOS POR UMA ENTRE QUATRO MULHERES NO BRASIL¹².

VIOLENCIA Qualquer ato ou intervenção direcionado à mulher grávida, parturiente, puérpera ou ao seu bebê, praticado sem o consentimento da mulher em desrespeito à sua autonomia, integridade física e mental, aos seus sentimentos e escolhas. Caracterizam a violência obstétrica atos como: violência exercida com gritos; os procedimentos dolorosos sem consentimento ou informação, e a falta de analgesia e negligência; recusa à admissão ao hospital (Lei 11.634/2007); impedimento de entrada de acompanhante (Lei 11.108/2005); violência psicológica (tratamento agressivo, discriminatório, grosseiro, zombeteiro, inclusive em razão de sua cor, etnia, raça, religião, estado civil, orientação sexual e número de filhos); impedimento de contato com o bebê; o impedimento ao aleitamento materno; a cesariana desnecessária e sem consentimento; realização de episiotomia de modo indiscriminado; o uso de ocitocina sem consentimento da mulher; a manobra de Kristeller (pressão sobre a barriga da gestante para empurrar o bebê); a proibição de a mulher se alimentar ou de se hidratar e obrigar a mulher a permanecer deitada.

O ACESSO A MAIS INFORMAÇÃO E ASSISTÊNCIA QUALIFICADA PODE PROPORCIONAR ÀS MULHERES EXPERIÊNCIAS POTENTES E TRANSFORMADORAS DO PARTO E DO NASCIMENTO DE SEUS BEBÊS, BEM COMO A CONSCIÊNCIA DE NÃO ACEITAR E DENUNCIAR  CASOS DE VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA, SOFRIDOS POR UMA ENTRE QUATRO MULHERES NO BRASIL².

O PARTOhumanizado É UM CONJUNTO DE CONDUTAS E PROCEDIMENTOS QUE PROMOVEM UM PARTO E NASCIMENTOsaudáveis, RESPEITANDO O PROCESSO NATURAL, EVITANDO CONDUTAS DESNECESSÁRIAS E INVASIVAS PARA MÃE E BEBÊ, SEJA EM ESFERA domiciliar ou hospitalar.

O PARTO humanizado É UM CONJUNTO DE CONDUTAS E PROCEDIMENTOS QUE PROMOVEM UM PARTO E NASCIMENTO saudáveis, RESPEITANDO O PROCESSO NATURAL, EVITANDO CONDUTAS DESNECESSÁRIAS E INVASIVAS PARA MÃE E BEBÊ, SEJA EM ESFERA domiciliar ou hospitalar.

ENFERMEIRAS OBSTETRAS TÊM A FORMAÇÃO COMPLETA NECESSÁRIA PARA ATENDER A GESTANTE DE BAIXO RISCO OU RISCO HABITUAL. POR CONTA DA SUA FORMAÇÃO, PODEM REALIZAR ATENDIMENTOS EM HOSPITAIS, CASAS DE PARTO E DOMICÍLIOS. É UM ATENDIMENTO integral, VOLTADO PARA DAR SUPORTE ESPECIALIZADO À GRÁVIDA.

ENFERMEIRAS OBSTETRAS TÊM A FORMAÇÃO COMPLETA NECESSÁRIA PARA ATENDER A GESTANTE DE BAIXO RISCO OU RISCO HABITUAL. POR CONTA DA SUA FORMAÇÃO, PODEM REALIZAR ATENDIMENTOS EM HOSPITAIS, CASAS DE PARTO E DOMICÍLIOS.
É UM ATENDIMENTO integral, VOLTADO PARA DAR SUPORTE ESPECIALIZADO À GRÁVIDA.

Acompanhamento da evolução do trabalho de parto; execução e assistência obstétrica em situações de emergência e execução do parto sem distocia. Aos profissionais com diploma ou certificado de enfermeira obstétrica ou obstetriz, além das atividades descritas anteriormente ainda abrangem: identificação obstétrica das distocias e tomada de providência até a chegada do médico e realização de suturas perineal e anestesia local, quando necessário.

O GOVERNO FEDERAL³³ REGULAMENTA E DEFINE AS ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS₄ PARA OS
ENFERMEIROS NA ASSISTÊNCIA AO PARTO E DESTACA A PRESTAÇÃO DE ASSISTÊNCIA DE
ENFERMAGEM À GESTANTE, PARTURIENTE, PUÉRPERA E RECÉM-NASCIDO. A VISÃO DAS E
DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM, PARTEIRAS E OBSTETRIZES, SE DIFERE DO OLHAR MÉDICO POR NÃO POSSUIR UM OLHAR VOLTADO À IDENTIFICAR PATOLOGIAS E SANÁ-LAS DE FORMA INTERVENCIONISTA, MAS SIM UM OLHAR DE CUIDADO, CAPAZ DE IDENTIFICAR PATOLOGIAS E VISUALIZAR SOLUÇÕES, DE ATENÇÃO E RESPEITO À NATURALIDADE DO PROCESSO DE PARIR.

ATRIBUICOES Acompanhamento da evolução do trabalho de parto; execução e assistência obstétrica em situações de emergência e execução do parto sem distócia. Aos profissionais com diploma ou certificado de enfermeira obstétrica ou obstetriz, além das atividades descritas anteriormente ainda abrangem: identificação obstétrica das distócias e tomada de providência até a chegada do médico e realização de suturas perineal e anestesia local, quando necessário.

O GOVERNO FEDERAL³ REGULAMENTA E DEFINE AS ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS₄ PARA OS ENFERMEIROS NA ASSISTÊNCIA AO PARTO E DESTACA A PRESTAÇÃO DE ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À GESTANTE, PARTURIENTE, PUÉRPERA E RECÉM-NASCIDO. A VISÃO DAS E DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM, PARTEIRAS E OBSTETRIZES, SE DIFERE DO OLHAR MÉDICO POR NÃO POSSUIR UM OLHAR VOLTADO À IDENTIFICAR PATOLOGIAS E SANÁ-LAS DE FORMA INTERVENCIONISTA, MAS SIM UM OLHAR DE CUIDADO, CAPAZ DE IDENTIFICAR PATOLOGIAS E VISUALIZAR SOLUÇÕES, DE ATENÇÃO E RESPEITO À NATURALIDADE DO PROCESSO DE PARIR.

A DOULA TEM PAPEL FUNDAMENTAL DURANTE A EVOLUÇÃO DO TRABALHO DE PARTO, PRESTANDO A MULHER CONSTANTE APOIO EMOCIONAL E FÍSICO POR MEIO DE atitudes,
COMO: SEGURAR A MÃO, REALIZAÇÃO DE MASSAGENS, TRABALHAR TÉCNICAS DE RESPIRAÇÃO, ENCORAJAR E TRANQUILIZAR.

A DOULA TEM PAPEL FUNDAMENTAL DURANTE A EVOLUÇÃO DO TRABALHO DE PARTO, PRESTANDO A MULHER CONSTANTE APOIO EMOCIONAL E FÍSICO POR MEIO DE atitudes, COMO: SEGURAR A MÃO, REALIZAÇÃO DE MASSAGENS, TRABALHAR TÉCNICAS DE RESPIRAÇÃO, ENCORAJAR E TRANQUILIZAR.

A REALIZAÇÃO DO ACOMPANHAMENTO DA GESTAÇÃO, PARTO E PÓS PARTO
POR DOULAS CONTRIBUI PARA UM PRÉ-PARTO motivador,
TRABALHO DE PARTOrespeitoso E FLUÍDO E PUERPÉRIO
acalentador. PARTURIENTES ACOMPANHADAS POR DOULAS
APRESENTAM MAIOR FACILIDADE PARA AMAMENTAR E AUTOESTIMA ELEVADA²³.

A REALIZAÇÃO DO ACOMPANHAMENTO DA GESTAÇÃO, PARTO E PÓS PARTO POR DOULAS CONTRIBUI PARA UM PRÉ-PARTO motivador, TRABALHO DE PARTO respeitoso E FLUÍDO E PUERPÉRIO acalentador. PARTURIENTES ACOMPANHADAS POR DOULAS APRESENTAM MAIOR FACILIDADE PARA AMAMENTAR E AUTOESTIMA ELEVADA.

O RESPEITO À autonomia DA PARTURIENTE ESTÁ TAMBÉM RELACIONADO À ESCOLHA DO LOCAL DO PARTO. MINISTÉRIO DA SAÚDE CONSIDERA QUE NÃO SE DEVE DESENCORAJAR O PLANEJAMENTO DO PARTO
NO DOMICÍLIO, DESDE QUE O MESMO SEJA REALIZADO POR PROFISSIONAIS CAPACITADOS E COM TRANSFERÊNCIA DEFINIDA, CASO NECESSÁRIO.

O RESPEITO À autonomia DA PARTURIENTE ESTÁ TAMBÉM RELACIONADO À ESCOLHA DO LOCAL DO PARTO. MINISTÉRIO DA SAÚDE CONSIDERA QUE NÃO SE DEVE DESENCORAJAR O PLANEJAMENTO DO PARTO NO DOMICÍLIO, DESDE QUE O MESMO SEJA REALIZADO POR PROFISSIONAIS CAPACITADOS E COM TRANSFERÊNCIA DEFINIDA, CASO NECESSÁRIO.

O NASCIMENTO TEM SEU TEMPO, NÃO ESPERA PARA ACONTECER E É único, PROFISSIONAIS DA FOTOGRAFIA CAPACITADOS PARA REALIZAÇÃO DE FOTOGRAFIAS DE PARTO DOMICILIAR POSSUEM conhecimento TÉCNICO PARA LIDAR COM ADVERSIDADES QUE PODEM ACONTECER DURANTE O TRABALHO DE PARTO E responsabilidade DE ESTAR PRESENTES QUANDO O BEBÊ ESCOLHE NASCER.

O NASCIMENTO TEM SEU TEMPO, NÃO ESPERA PARA ACONTECER E É único, PROFISSIONAIS DA FOTOGRAFIA CAPACITADOS PARA REALIZAÇÃO DE FOTOGRAFIAS DE PARTO DOMICILIAR POSSUEM conhecimento TÉCNICO PARA LIDAR COM ADVERSIDADES QUE PODEM ACONTECER DURANTE O TRABALHO DE PARTO E responsabilidade DE ESTAR PRESENTES QUANDO O BEBÊ ESCOLHE NASCER.

A CAPACITAÇÃO NÃO ESTÁ VOLTADA SOMENTE ÀS TÉCNICAS DE FOTOGRAFIA, MAS TAMBÉM PARA RECONHECER OS sinaisDO TRABALHO DE PARTO, RESPEITAR TEMPO DE CADA MULHER, DE SABER SE FAZER PRESENTE DE FORMA DISCRETA E AFETUOSA, TENDO SENSIBILIDADE PARA SABER O QUE REGISTRAR, SABER QUANDO SOLTAR A CÂMERA E DAR A MÃO OU PRIVACIDADE, SE A PARTURIENTE PRECISAR. SENSIBILIDADE PARA PASSAR APOIO Eencorajamento, MESMO QUE APENAS COM Oolhar.

A CAPACITAÇÃO NÃO ESTÁ VOLTADA SOMENTE ÀS TÉCNICAS DE FOTOGRAFIA, MAS TAMBÉM PARA RECONHECER OS sinais DO TRABALHO DE PARTO, RESPEITAR TEMPO DE CADA MULHER, DE SABER SE FAZER PRESENTE DE FORMA DISCRETA E AFETUOSA, TENDO SENSIBILIDADE PARA SABER O QUE REGISTRAR, SABER QUANDO SOLTAR A CÂMERA E DAR A MÃO OU PRIVACIDADE, SE A PARTURIENTE PRECISAR. SENSIBILIDADE PARA PASSAR APOIO E encorajamento, MESMO QUE APENAS COM O olhar.

NASCER RESSALTA A IMPORTÂNCIA DA MULHER COMO
protagonista DO SEU PARTO E DA DIVULGAÇÃO DE
INFORMAÇÕES PARA GESTANTES, POSSIBILITANDO A LIVRE ESCOLHA E A
VALORIZAÇÃO DASconsequências POSITIVAS QUE UM
PARTO VIVENCIADO COM RESPEITO PODEM TER NA VIDA DE UM BEBÊ E DE TODA A
FAMÍLIA. APRESENTA O PARTO DOMICILIAR COMO ALGO real E PALPÁVEL
ATRAVÉS DO OLHAR SENSÍVEL DA FOTOGRAFIA DOCUMENTAL, REALIZADA E
DIVULGADA DE FORMA ÉTICA, QUE NÃO REGISTRA SOMENTE O NASCER,
MOMENTO ÚNICO, MAS TAMBÉM O NASCIMENTO DE UM NOVO E
imensurável AMOR.

NASCER RESSALTA A IMPORTÂNCIA DA MULHER COMO protagonista DO SEU PARTO E DA DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES PARA GESTANTES, POSSIBILITANDO A LIVRE ESCOLHA E A VALORIZAÇÃO DAS consequências POSITIVAS QUE UM PARTO VIVENCIADO COM RESPEITO PODEM TER NA VIDA DE UM BEBÊ E DE TODA A FAMÍLIA. APRESENTA O PARTO DOMICILIAR COMO ALGO real E PALPÁVEL ATRAVÉS DO OLHAR SENSÍVEL DA FOTOGRAFIA DOCUMENTAL, REALIZADA E DIVULGADA DE FORMA ÉTICA, QUE NÃO REGISTRA SOMENTE O NASCER, MOMENTO ÚNICO, MAS TAMBÉM O NASCIMENTO DE UM NOVO E imensurável AMOR.

REFERÊNCIAS

REFERÊNCIAS

¹Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde. Diretrizes nacionais de assistência ao parto normal. Brasília: Ministério da Saúde; 2017.Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_nacionais_assistencia _parto_ normal.pdf

² VENTURINI, Gustavo; GODINHO, Tatau (Orgs.). Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado: uma década de mudanças na opinião pública. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; Edições Sesc, 2013.

³ SANTOS, Fernanda Soares de Resende et al. Os significados e sentidos do plano de parto para
as mulheres que participaram da Exposição Sentidos do Nascer. Cad. Saúde Pública, Rio de
Janeiro , v. 35, n. 6, e00143718, 2019.

 BRASIL. Lei Federal nº 94.406/87. Regulamenta Lei nº 7498/86 que Define Atribuições Específicas Para os Enfermeiros na Assistência ao Parto. Diário Oficial da União. Brasília, 1987.

¹ Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde. Diretrizes nacionais de assistência ao parto normal. Brasília: Ministério da Saúde; 2017.Disponível em: encurtador.com.br/xBMSX

² VENTURINI, Gustavo; GODINHO, Tatau (Orgs.). Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado: uma década de mudanças na opinião pública. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; Edições Sesc, 2013.

³ SANTOS, Fernanda Soares de Resende et al. Os significados e sentidos do plano de parto para
as mulheres que participaram da Exposição Sentidos do Nascer. Cad. Saúde Pública, Rio de
Janeiro , v. 35, n. 6, e00143718, 2019.

4 BRASIL. Lei Federal nº 94.406/87. Regulamenta Lei nº 7498/86 que Define Atribuições Específicas Para os Enfermeiros na Assistência ao Parto. Diário Oficial da União. Brasília, 1987.

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